Considerado o maior arquiteto vivo do mundo, Oscar Niemeyer completa 100 anos neste sábado. Sua obra é reconhecida sobretudo pela leveza que deu ao concreto, por meio da utilização de curvas ousadas. Uma tentativa de brincar com a sisudez tão presente na arquitetura, que passou a gozar de uma plasticidade impensável até Niemeyer. Depois de Brasília, a carioca Niterói é a cidade que mais possui obras do artista. Como todo gênio, ele não cede lugar à vaidade. Diz que tudo há de acabar um dia, inclusive o produto de seu trabalho. Reverências mil a Niemeyer... A foto mostra a belíssima Catedral de Brasília. Foto Victor Soares/ABr
Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2007
Cem anos do gênio Niemeyer
Assinar:
Postar comentários (Atom)
2 comentários:
Oi, Valéria!
Gostei da tentativa de explicar as motivações do arquiteto contra a sisudez da arquitetura.
Uma passadinha rápida para dizer que citei seu post no Global Voices online. Veja os textos em inglês ou em português.. Tudo de bom,
Paula
É isso aí Paulíssima. Tentar explicar a arte tem dessas coisas. São apenas tentativas, justamente porque se trata de arte, que cala fundo, e de forma diferente, a alma das pessoas. Obrigada pela visita. Volte sempre.
Postar um comentário