Os políticos do Brasil não levam em consideração a crise econômica mundial e tampouco a iminência de pandemia da gripe suína. A se supor pelas declarações de deputados, após a aprovação de restrições ao uso de passagens aéreas - agora teoricamente acessível apenas ao parlamentares e a assessores por eles credenciados -, a única coisa que importa são supostas despesas advindas do mandato, nada mais. Eles não enxergam que o salário mínimo não chega a R$ 500 e muito menos o bem comum. No meio vigora o interesse particular. Só isso.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
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