Dom Quixote De la Mancha é personagem antológico da literatura. Seu criador, o escritor espanhol Miguel de Cervantes, descreve um homem já de certa idade que, aos poucos, perde a razão. E assim ocorre porque confunde realidade e ficção, no caso romances de cavalaria, àquela altura, nos idos iniciais dos anos 1600, em franco declínio.
Dom Quixote, sempre com o fiel escudeiro Sancho Pança e montado no cavalo Rocinante, representa bem o patético, a insanidade de se imaginar algo que não é, de acreditar em situações inexistentes. Daí o ataque a moinhos de vento, como se inimigos fossem.
Pois bem. Aproxima-se 2010, ano eleitoral. Que nós, pobres cidadãos mortais, tomemos cuidado com os Dons Quixotes da política tresloucada do Brasil.
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